sexta-feira, 1 de junho de 2012

c@rlosNERD.com

 

António Cândido Paiva - Poeta Português
Escrever: conversar silenciosamente com a caneta e o papel.
Francisco José Raposo Ferreira - Poeta português
Escrever para mim é libertar o ser escondido que há em mim, é transformar-me noutro alguém.
Gabriel de Sousa - Português aposentado, Escritor e Poeta às vezes
Escrever é um ato solitário, mas que se deve partilhar.  
Joseph Conrad - Escritor inglês de origem polonesa – 1857/ 1924
O autor escreve apenas metade de um livro. A outra metade fica por conta do leitor.
 

Só pra variar...

VIDA ANTES DA VIDA
       
 
       A morte é um dos assuntos que todos comentam, tentam explicar, e conseguem. Morrer é apenas consequência de algo que acontece com alguém. Se um depressivo pula de um prédio, isso não significa que aquele individuo irá morrer , provavelmente ele irá quebrar o pescoço  e o restante do corpo, e morrer será apenas consequência das fraturas. Não é tao difício explicar o que é a morte, difício mesmo é dizer o que existe ou inexiste após ela.
       Muitos passarão pela experiencia da morte, mas ninguém passou pela experiencia da mesma, ou seja, não ha relatos de alguém que morreu e voltou para contar como foi. Será mesmo que existe vida após a morte? Algumas, não muitas pessoas acreditam, ou dizem, mas particularmente não consigo acreditar, porque se ha vida após a morte tem que haver vida antes da vida e eu não lembro da minha vida passada, a não ser que eu fosse algum objeto sem vida.
       Há! Então deve ser isso, acho que eu era uma cadeira, por isso peço desculpas a meus familiares da outra vida, porque eu estou sentado em um parente e com os pés em cima de outro. Bom, essa conversa toda sobre morte me deixou morto. Vou jantar, depois se não estiver tao morto masturbar-me-ei para não perder o ábito.


POR:( http://leo-messias.blogspot.com.br/ )

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Aprendendo a Viver


“Passou o inverno, primavera,outono, enfim chegou o verão, plantas que passarão por verdadeiras turbulências, chuvas intensas e vendavais agora, já firmes semeiam sua continuidade no solo. Porém nem todas cairão em terras férteis e algumas serão consumidas por animais.
As que caírem em bom solo, nascerão firmes, saudáveis e terão um desenvolvimento espetacular, protegida sempre pelos grandes arbustos e o solo úmido que a fixara.
Esta desfrutará de uma vida tranquila, terá viçosas folhas e gerará belos frutos e destes muitas sementes.
Todavia aquela que cair em pedregulho e solo seco, terá sérios problemas fisiológicos, seu embrião desidratará que por sua vez nascerá uma plantinha raquítica, torta e com minúsculas folhas, demostrando um sinal de fraqueza e feiura.
Contudo se a analisarmos bem ,veremos que a cada manhã a vida lhe da uma oportunidade para fortalecer-se e vencer o solo rochoso e escaldante que a mantem, esta aprende a poupar-se, dispensando sua beleza ao desenvolver uma baixa estatura e pequenas folhas enrugadas, tudo isso para pupar o máximo possível de água e absorver menos calor.
Esta planta passará por provações que irão colocar sua vida em risco, mas sempre se renovará e mesmo tendo uma horrível aparência desfruta de cada momento que a vida lhe oferece.
Passado o verão esta terá poucas sementes, e provavelmente sem boa carga genética, mas saberá que aquelas são sementes do seu esforço, verá que tudo o que passara valeu apena; agora chegado o inverno essas sementes descerão nas águas de sua existência e encontrarão, ou não bons solos para fixar-se e dar continuidade a seu ciclo.
Seja você uma semente semeada em boa terra ou não, procure viver o que a vida lhe oferece de melhor e nunca se deixe abater pelos desafios, faça deles degraus para alcançar seus sonhos mais altos e por mais difícil que pareça, nunca desista deles, saiba que por mais dificio que seja a sua jornada, por menor que você pensa ser, sempre terá alguém lhe observando e torcendo por você.


POR :
Carlos César Messias Silva
27\04\2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Rascunho de Algo

"METALINGUÍSTICA"




      Ufa! eu achava que ninguém se interessaria por mim. Desde que um maluco me escreveu  sou ignorado, pois tão pobre sou de conteúdo que nem o meu criador me quis ler.
       Antes que você comece a ler, sente-se confortavelmente, pois, além de sem noção, este conto é cansativo. Por quê? Ora, você não achará relaxante perder dez minutos da sua vida segurando este pedaço de papel cheio de frases  sem sentido; Ou vai? Então temos algo em comum...
      Não sei o que lhe instigo a ler-me, mais deduzi que  foi esta caligrafia horrível, indigna até de jardim de infância, como também não entendo o que inspirou tal escritor a fazer-me. Talvez tenha me criado em um momento de descontração e preguiça.
      Você deve está se perguntando o que quero eu descrever nesses versos. Nada. Mas se chegou até aqui sem me amassar ou até mesmo cochilar, vejo que você tem algum senso crítico, ou, assim como eu, é um ser sem noção procurando saber para que foi criado.


por: Carlos César

Labirinto de Concretos

Antes que vocês comecem a ler, farei algumas declarações acerca deste texto:
     Eu procuro repassar-lhes um pouco do cotidiano da cidade grande,"apesar de lá não viver", rotina essa que acaba tornando o homem um ser alienado. Todavia quero eu alem de mostrar-lhes o já citado, resolvi atribuir ao meu conto características de uma escola literária. Com a leitura deste texto perceber-te-à características fiéis do naturalismo, pois ao longo dele tem-se uma visão evolutiva, não fisicamente mais psicologicamente do personagem um  órfão  por mim criado. No mais, uma boa leitura!


      Acordar, trânsito,trabalho,estresse,cansaço: tudo isso influenciara diretamente na minha vida, uma vida sem graça, rotineira, alienada: Sempre induzindo-me contra a minha vontade, e quanto mais tento mudar, criar, mais me perco nesse amontoado de concreto e pessoas.
      A pouco tempo,"minutos", após tentar esquecer este dia tenso com uma ducha quente, "ainda em trages de banho", sentei-me na cama e de cabeça baixa pensei. pensei em quê? Na minha infância, adolescência, nos meus pais; Meus pais! Tuco isso fora minha vida, vida esta que morreu com eles naquele acidente. Lentamente levantei a cabeça, depois me pus em pé e peguei nossa foto em cima do criado mudo, uma imagem bastante diferente de como me encontrava agora. Meus olhos já abatidos encheram de lágrimas, meu corpo já não me obedecia mais; agora eu era um ser inanimado naquele ambiente, nada mais que um objeto naquela sala.
     Decidi acabar com tudo, nesse momento abri a janela e subi na sacada. Não fazia mais sentido viver, ali eu daria fim a todo aquele sofrimento. Olhei a minha volta, vi prédios e mais prédios,carros, buzinas. Eu não queria que aquela imagem horrível fosse a minha ultima visão desse mundo. Peguei a nossa foto, a olhei fixamente, analisando-a já muito perturbado,lembrei de uma frase que o meu pai falava, era mais ou menos assim: " _ Não baixe a cabeça para os obstáculos, seja como as ondas do mar,faça de cada recuo um ponto de partida para um novo avanço." Passado aquele momento, eu já firme decidi lutar por minha felicidade, transformei toda quela angústia em uma vontade imensa de vencer, peguei meu violão, que já estava jogado a algum tempo num canto, e passei um bom tempo tocando e cantando. Mesmo não vendo mais ninguém naquele quarto eu tinha certeza que meus pais estavam ali torcendo por mim.

por: Carlos César

terça-feira, 8 de maio de 2012

PRA VOCÊ...

"A vida é um jogo sem regras
Nele algums lhe darão rasteiras ou empurrões
E você cairá.
Mais como o exímio(a) jogador(a) que você é,
Levantar-se-á, e continuará lutando pelo seu título de vitória.
Saiba, que nas arquibancadas da vida, EU ESTAREI SEMPRE TORCENDO POR
VOCÊ!!!"


(carlos césar)